Como não cometer os erros mais comuns do E-Commerce

Muitos empreendedores que iniciam as vendas no e-commerce sem planejamento sofrem com as consequências de más práticas de gestão, escolhas inadequadas de investimento e construção de sites de baixa qualidade. Os desempenhos negativos tornam o negócio quase inviável monetariamente. Esses empresários acabam obrigados a aprender na prática, com os próprios equívocos, a melhorar as vendas e a relação com o consumidor, o que muitas vezes exige medidas drásticas. Por sorte, esse não precisa ser o seu caso! Você tem a oportunidade de evitar os erros!

Se você está disposto a abrir um e-commerce, saiba que seu objetivo principal deve ser a construção de um serviço de excelência! A partir do cumprimento de algumas regras técnicas essenciais e da atenção a pequenos – mas importantes! – cuidados com a qualidade é possível garantir consumidores satisfeitos e índices crescentes de faturamento. Melhor impossível, certo? Mas tenha em mente que há determinados equívocos muito recorrentes entre empresários iniciantes nas vendas online e que é preciso lidar com eles de forma inteligente. Está interessado em entender como evitá-los? Então fique atento!

Neste post  você vai saber quais são os erros mais comuns do e-commerce e como não cometê-los!

Jamais comece sem um plano de negócio

Seu e-commerce deve ser administrado como se fosse uma empresa convencional. Obviamente que as vendas virtuais possuem suas peculiaridades e que elas devem ser respeitadas, mas o importante é saber trabalhar com planejamento. Um dos erros mais comuns dos empreendedores que ingressam nessa área é achar que poderão sobreviver sem um plano de negócios. Ele pode facilmente significar o fim de um empreendimento (virtual ou não)!

Entenda, portanto, que a elaboração de um plano de negócios é vital. Para isso, primeiro você precisa definir de que forma pretende trabalhar: saiba exatamente o que vai vender, qual público pretende atingir, quais serão as opções de pagamento e como vai operar a logística para entrega da mercadoria e cobrança do frete. Depois, aprenda técnicas essenciais de gestão como, por exemplo, a elaboração de fluxo de caixa, a precificação de produtos e a operação de capital de giro.

Em seguida, levante custos de investimento e de operação e faça uma estimativa realista de vendas para cada um dos produtos que for comercializar (com margem de lucro competitiva). Com esses números será possível conhecer o ponto de equilíbrio do seu negócio – aquele valor de faturamento necessário para cobrir as despesas e evitar prejuízos – e traçar metas de vendas para obtenção de bons resultados financeiros. Faça previsões a curto, médio e longo prazos!

Não ignore o design da loja

Quer acertar? Para começar é imprescindível que sua loja virtual possua visual atraente. Contrate uma boa plataforma, que ofereça possibilidade de personalização do layout para criação de uma identidade visual que atenda à padronização da marca. Certifique-se que o serviço garantirá navegação fácil. O consumidor precisa ter todas as informações rapidamente a cada clique para que não perca a motivação pela compra!

Checkout fácil e seguro é fundamental

Além disso, verifique se a plataforma conta com o checkout transparente, que permite ao cliente realizar o pagamento na mesma página (sem migrações ou abertura de pop-ups, que acabam provocando abandono de carrinho). Outra questão importante é quanto aos mecanismos de quitação das compras. Escolha trabalhar com empresas reconhecidas na área. Lembre-se: se o consumidor ficar na dúvida, não comprará por medo de fraudes ou de clonagem de dados!

Garanta que o consumidor não ficará desinformado

Quando for realizar a compra, o cliente vai querer ter acesso ao máximo de dados possíveis sobre os produtos. O problema é que, muitas vezes, ele não os encontra. Isso ocorre por erro dos empresários, que postam produtos sem preços, com descrições incompletas e imagens muito pequenas ou indisponíveis. Então fique atento! Cada produto de sua prateleira precisa conter preço, formas de pagamento e ser acompanhado de uma galeria de imagens (em tamanho e resolução adequados).

Além disso, é essencial haver uma descrição bem elaborada, que não abra margem para dúvidas. O texto deve ser curto, mas muito objetivo e completo! Caso você comercialize itens tecnológicos e ache necessário disponibilizar dados como manuais de instrução e tutoriais de instalação é possível postar os links. E para terminar, não se esqueça de que também é essencial fornecer ao consumidor informações sobre a sua empresa! Publique no site uma aba do tipo “quem somos” e disponibilize nela dados completos sobre sua loja virtual.

Não trabalhe sem estoque garantido

Muitos iniciantes na área do e-commerce imaginam que conseguirão começar a trabalhar sem estoque. A ideia é realizar as vendas primeiro e só adquirir a mercadoria depois, em quantidade exata para entrega. Parece um bom negócio à primeira vista. No entanto, empreendedores que adotam essa estratégia não demoram muito para perceber o quanto ela é equivocada.

Se não tiver estoque, a loja não poderá garantir a entrega do produto! Imagine que você tenha uma encomenda de 100 unidades e que quando vai encomendá-las ao fornecedor recebe a informação de que saíram de produção. Nesse caso você não terá outra opção a não ser informar ao comprador e cancelar a transação. Sua equipe pode até oferecer outros itens semelhantes a ele, mas certamente você terá perdido um cliente!

Agora vamos considerar a hipótese de que o fornecedor tenha a mercadoria. Ainda assim há dois riscos graves! Primeiro, a fábrica pode não conseguir lhe enviar a encomenda a tempo e você perderá o prazo de entrega do material. E em uma segunda hipótese é possível que o item tenha sofrido reajuste de preço, o que diminuirá sua margem de lucro e poderá tornar a venda inviável.

Então fique atento: trabalhar com estoque adequado é fundamental! Faça um levantamento médio de quantos itens você precisa ter por mês para manter o negócio funcionando e adquira-os. Essa medida ainda pode ser bastante positiva economicamente, já que ao realizar compras em maior volume sua empresa pode conseguir bons descontos.

Não pense em trabalhar sem divulgação

Você quer vender? Então terá de divulgar! Esse é um princípio básico ignorado por muitos empresários novos no ramo do e-commerce. O raciocínio (equivocado) é de que ações de marketing são caras e que podem gerar gastos pesados demais para o negócio. Pois saiba que é justamente o contrário! A divulgação vai alavancar seu e-commerce, rendendo a ela bons resultados em engajamento, fidelização e faturamento. Portanto não se trata de custo, mas de investimento!

Para conseguir os resultados mais satisfatórios possíveis, você deve elaborar um plano de marketing. Para isso, é preciso verificar quais seus objetivos – pode ser, por exemplo, a atração de novos clientes, fidelização dos antigos, incremento de uma ação promocional ou aumento das vendas. A partir dessas definições é que será possível identificar que tipo de divulgação será realizado. Contrate profissionais da área para te ajudar nisso, mas saiba que no mundo virtual há pelo menos duas  estratégias de marketing que não podem faltar em um negócio. Confira abaixo!

1 – Search Engine Marketing  (SEM)

O Search Engine Marketing  (SEM) ajuda sua empresa a melhorar o posicionamento nas ferramentas de busca como Google, Cadê, Yahoo!, entre outras. Com uso correto da palavra-chave (tanto no domínio, quanto no nome da marca e no interior das páginas) é possível garantir boas visualizações do seu site, em links patrocinados ou não. Essa medida é essencial para aumentar o tráfego e potencializar suas vendas!

2 – Marketing de conteúdo

Com uma estratégia bem elaborada de Marketing de Conteúdo, você consegue aumentar a credibilidade da empresa junto ao consumidor, melhorando também os índices de engajamento, fidelização e faturamento. A estratégia é gerar conteúdo de qualidade no site, blog, redes sociais e em newsletters para manter o cliente bem informado sobre assuntos de seu interesse. Por não ser encarado como publicidade pelo consumidor, o material agrega mais valor à marca!

E para terminar ainda tem mais uma dica!

Agora a dica final: muito trabalho! Esqueça aquela ideia de que lojas virtuais trabalham sozinhas e que não exigem dedicação do empresário. Isso é mito! Portanto comece desde já a arregaçar as mangas!

Gostou das considerações? Comente aqui como você pretende utilizá-las no seu negócio

 


Comentários

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Equipe iSET

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Um comentário em “Como não cometer os erros mais comuns do E-Commerce

  • 24 de dezembro de 2013 em 21:52
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    Muito bom o site de vocês. Estou bem posicionado no Google graças a otimização que vocês permitem que a gente faz na administração dos site.e sato de parabéns.

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