A taxa de conversão do meu e-commerce está baixa, o que pode estar errado?

Para aumentar o número de vendas do seu e-commerce não basta só investir em ações de marketing para atrair mais consumidores. Mesmo que o tráfego da sua loja virtual esteja em pleno crescimento, isso não significa que todos que passarem por lá irão, de fato, comprar.

As estatísticas mostram que a taxa de conversão é um dos maiores problemas do comércio eletrônico brasileiro. De acordo com pesquisa do SEBRAE, apenas 1,65% dos usuários que visitam um e-commerce no país fecha a compra de um produto ou serviço. Isso acaba prejudicando, e muito, a rentabilidade do negócio.

Mas é possível melhorar a sua taxa de conversão analisando os fatores que incidem no formato e no conteúdo do seu site e, principalmente, acompanhando periodicamente suas métricas. Veja a seguir algumas dicas que vão te ajudar a melhorar as suas vendas no e-commerce:

Aposte nas métricas

Acompanhar outras métricas além da taxa de conversão vai lhe mostrar como o usuário navega na sua página e como adequá-la ao comportamento do consumidor. Apenas mensurando você conseguirá otimizar o site e atingir seus objetivos.

Ficar de olho na taxa de rejeição, por exemplo, vai ajudá-lo a identificar quantos usuários visitaram seu e-commerce, mas não se engajaram, e de onde eles vieram (busca no Google, redes sociais, e-mail marketing, entre outros). É importante ainda acompanhar o funil de conversão, ou seja, em qual momento (ou página) do fluxo de vendas seu site está perdendo usuários, quais tags dão mais retorno e quais conteúdos os clientes consomem mais.

Defina o retorno do investimento por categoria

É comum entre os varejistas trabalhar com um ROI médio para definir suas ações de marketing. No entanto, para ter campanhas mais certeiras, o ideal é analisar o ROI por segmento ou categoria de produtos e serviços. Dessa forma, você identifica quais áreas estão dando mais retorno e otimiza seus investimentos para cada linha de ação: compra de mídia, produção de conteúdo, SEO, entre outras.

Tenha um site amigável

Cerca de 15% dos acessos aos sites no Brasil são feitos por meio de dispositivos móveis, como smartphones e tablets, e a previsão é que esse percentual aumente para 30% até o fim do ano. Ou seja, boa parte do seu tráfego pode vir de acessos mobile. Por isso, é importante ter um site responsivo que se ajuste a todos os tipos de telas e dispositivos.

Além disso, seu e-commerce deve ser compatível com todos os modelos de navegadores e sistemas operacionais do mercado. Caso contrário, ele não carregará ou não funcionará corretamente, prejudicando a experiência do usuário e, consequentemente, sua taxa de conversão.

Verifique as áreas que mais chamam atenção na sua página

Definir quais mensagens você quer destacar com foco nas vendas (preço, marca do produto, facilidades de pagamento) em seu site e depois fazer um mapeamento das áreas mais “quentes”, ou seja, onde o seu usuário percorre mais, é fundamental para saber colocar botões clicáveis e call-to-actions nos lugares certos.

Há ferramentas de eye tracking que simulam a atenção do call-to-action, mostrando as partes do site que mais se destacam. Faça o teste antes de colocar uma nova página no ar.

Capriche no layout e na organização das informações

Muitos usuários entram nos sites só para dar uma olhadinha e outros já sabem o que querem comprar. Em ambos os casos, se a sua loja virtual estiver “bagunçada” os internautas sairão rapidamente da página e procurarão sites concorrentes.

Mais do que ter uma cara bonita, seu e-commerce precisa de um layout que facilite a navegabilidade e que priorize a organização das informações. Os produtos devem estar separados por categorias como marcas, gêneros, idades e características de produto, para facilitar a procura e oferecer formas simples de filtrar as informações.

A descrição dos produtos também é importante para mostrar a usabilidade, diferenciais, especificações técnicas, preços, formas de pagamento, entre outras informações indispensáveis para quem deseja fechar uma compra. Ao criar suas próprias descrições dos produtos você gera conteúdo relevante e ainda se beneficia nos resultados orgânicos dos mecanismos de busca.

Tenha um checkout transparente

Na hora de finalizar a compra, quanto menos burocrático for o processo, menor será o risco de o cliente desistir do negócio. O preenchimento de formulários de cadastro e de informações como número de conta ou de cartão é uma etapa que não dá para ser pulada, porém, você pode garantir que o cliente não seja levado para outras páginas intermediárias de pagamento.

Com o checkout transparente, o usuário permanece no seu e-commerce durante todo o processo de compra e não sofre interferência de telas pré-formatadas e pop-ups. Isso porque o checkout é integrado ao sistema da loja virtual, fazendo do site e do módulo de pagamento uma experiência só.

Agora que você está por dentro de nossas dicas, não perca mais tempo e coloque-as em prática já! Ainda tem alguma dúvida? Continue ligado no blog e até a próxima!


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